Fontes
De onde vêm os dados
Os 12 candidatos, siglas partidárias e propostas apresentados neste simulador são reais, levantados a partir dos Planos de Governo que cada candidatura protocolou oficialmente junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição de 2026 — os mesmos documentos em PDF disponibilizados publicamente pelo TSE no repositório de dados eleitorais.
Como as perguntas foram construídas
O simulador tem um banco de 42 perguntas, organizadas em 8 categorias — a cada tentativa, 10 delas são sorteadas para o teste. Cada pergunta apresenta de 2 a 4 posições possíveis sobre o tema (você escolhe a que mais combina com você, ou pula), e o candidato é ligado à posição que o plano de governo dele defende — inclusive posições de meio-termo, quando é o caso. Todas são uma síntese nossa dos temas mais concretos e divergentes encontrados nesses planos de governo — não são citações literais dos candidatos nem foram checadas ou validadas pelas campanhas. Cada posição também tem um candidato principal (quem apresentou a proposta mais específica sobre o tema, e por isso pesa mais no cálculo de afinidade), um viés (esquerda/direita) e, quando o tema é mesmo de costumes e não só de economia ou instituições, uma filosofia (liberal/conservador) — os dois últimos usados no gráfico de quadrantes do resultado. Veja como tudo isso é calculado em /metodologia.
Quando um candidato não tem posição registrada
Nem todos os candidatos detalharam propostas sobre todos os temas em seus planos. Um candidato só tem posição registrada numa pergunta quando o próprio plano de governo trata do tema, direta ou indiretamente — por exemplo, propor revogar a reforma trabalhista conta como discordar de flexibilizar a CLT, mesmo sem citar a CLT nominalmente. Quando o plano simplesmente não tem nada sobre o assunto, o candidato fica de fora daquela pergunta (nem concordo, nem discordo), em vez de receber uma posição forçada a partir do perfil ideológico geral do partido.
Este é um simulador não oficial e independente, sem qualquer vínculo com o Tribunal Superior Eleitoral ou as campanhas. Os percentuais de compatibilidade não são pesquisa de intenção de voto, nem endosso ou avaliação dos candidatos.
Seu Presidente